Terça-feira, Janeiro 22, 2008

Cidade com Vida

O Centro Social Padre Manuel Joaquim de Sousa, em Guimarães desenvolveu durante o último ano um projecto na área de prevenção e segurança rodoviária, decorrente de uma candidatura elaborada por aquela instituição a um concurso lançado pelo Ministério da Segurança Interna (MAI).
O projecto “Cidade com Vida – construir comportamentos seguros e responsáveis”, que ficou seriado em segundo lugar dentro das acções pontuais do concurso do MAI, consistiu na elaboração de uma pista didáctica - uma “mini-cidade” como lhe chamam os autores do projecto – onde as crianças de várias instituições do concelho poderão praticar alguns conceitos relacionados com a prevenção e segurança rodoviária.

Uma segunda medida, que fez parte do projecto, foi a elaboração de um livro de banda desenhada, com a particularidade de ter sido escrito pelas crianças das nove instituições de solidariedade social que participaram como parceiras neste projecto. Estes textos, baseados nos objectivos do Plano Nacional de Segurança Rodoviária, foram posteriormente adaptados para banda desenhada.
Os resultados do trabalho desenvolvido poderão ser conhecidos nos dias 23 e 24 de Janeiro, no Multiusos de Guimarães, onde a pista será instalada para utilização das crianças de diversas instituições de Guimarães. Na quinta-feira está programada uma sessão de apresentação, aberta ao público, onde será feito o lançamento do livro “Cidade com Vida”.
O projecto foi comparticipado por fundos estatais e envolveu um orçamento global de 80,5 mil euros. Este projecto foi desenvolvido no âmbito da Rede Social do concelho de Guimarães, que envolve várias entidades como a Câmara Municipal de Guimarães, o Departamento de Geografia da Universidade do Minho, a Polícia de Segurança Pública, a Polícia Municipal e a Guarda Nacional Republicana.


Mais um exemplo de como é possível, e com pequenas medidas se pode dar grandes passos, na formação e construção de uma sociedade/cidade, envolvendo a sociedade. Parabéns pela iniciativa do projecto e espero que tenham a capacidade de repetir o projecto por outros locais.

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Cidades Criativas

Richard Florida (2003) refere a importância da aposta numa segunda geração de políticas públicas ligadas à criatividade e à inovação urbana, numa aposta que visa a atracção e a fixação de talentos, a capacidade de desenvolver investigação e produtos tecnológicos (universidades e empresas inovadoras) apoiada numa atitude tolerante, que valorize a diversidade social e cultural.
Dando resposta a este desafio surgiu o concurso Cidades Criativas, esta iniciativa dirige-se aos estudantes finalistas do ensino secundário, no âmbito da disciplina de área de projecto, propondo-se que se organizem em equipas de cinco elementos, tendo como principais objectivos:

  • a produção de uma reflexão sobre a cidade onde vivem e/ou estudam;
  • a identificação do potencial urbano, cultural e tecnológico das suas cidades;
  • a apresentação de propostas inovadoras e criativas para a qualificação e valorização da sua cidade.


Cada grupo participante pode organizar o seu próprio roteiro de trabalho, contudo a equipa coordenadora do concurso sugere o seguinte guião:

  • Fase 1 - Diagnóstico da cidade (final do 1.º período – Dezembro 2007)
  • Fase 2 - Estratégia para a cidade (final do 2.º período – Março 2008)
  • Fase 3 - Propostas (final do 3.º período – Junho 2008)

Neste momento a organização do Cidades Criativas anda na estrada, com o CCC on the road a visitar os grupos concorrentes. Para mais informações http://cidadescriativas.blogs.sapo.pt/.

Fica aqui o exemplo da abertura da universidade à sociedade e a capacidade de criatividade e cidadania dos intervenientes no concurso, espero que traga frutos e que no futuro a participação das próximas gerações na construção activa das cidades seja maior e com a preocupação do “objecto” comum.

Publicado por Dacostt em 15:00:32 | Permalink | Sem Comentários »

Especialistas defendem planeamento feito por profissionais com formação específica

Especialistas em urbanismo defenderam hoje que o acesso à profissão e a execução de actos urbanísticos deve obrigar a uma formação específica, tendo iniciado já o processo para a criação da Ordem dos Urbanistas e Planeadores do Território. (entrevista publicada no semanário Sol)
 

«É chegada a altura de Portugal deixar de ser um país da União Europeia onde a profissão de Urbanista continua a não ter uma definição e regulamentação claras e objectivas, abrindo assim a porta a que esta profissão seja exercida por técnicos sem a formação e a preparação adequadas, cujos resultados negativos e perversos não é mais possível ocultar»

Ficamos à espera da evolução dos trabalhos na plataforma e da criação da Ordem dos Urbanistas, para já resta-me deixar a questão em debate: Ordenamento do Território que futuro?  Quem são os intervenientes e os interlocutores no ”desenho” do futuro das cidades.
Dacostt 


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Sexta-feira, Novembro 2, 2007

Novo Regime de Planeamento Urbanístico: Factor de Competitividade Territorial

7 de Novembro | 14H30 | Centro de Congressos da Alfândega (Porto)

A realização do Seminário “Novo Regime de Planeamento Urbanístico: Factor de Competitividade Territorial” visa constituir uma relevante oportunidade para, num contexto público e com a participação de reputados especialistas, informar, esclarecer e debater as dimensões institucionais, jurídicas, técnicas e administrativas das alterações que serão introduzidas pela nova legislação de planeamento urbanístico, através do Decreto-Lei nº 316/2007 de 19 de Setembro.

Programa e mais informações em http://www.ccdr-n.pt/seminario/




Publicado por Dacostt em 11:56:29 | Permalink | Sem Comentários »

De Volta!!

Depois de algum tempo parado o PLANNER está de volta com assuntos sobre o ordenamento do território, urbanismo, ambiente e desenvolvimento. A todos que quiserem colaborar com textos e noticias assim como informações aqui fica o convite para tal.

Planner

Publicado por Dacostt em 11:17:22 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Agosto 22, 2005

Deixa arder

Título de um artigo publicado no JN do dia 21-08-05, de Paquete de Oliveira, sociólogo e professor do ISCTE, vale a pena dar uma vista de olhos pelas questões que levanta, ressalvo a frase “Quanto mais floresta arder (morrer), agora, menos haverá para arder no futuro”. Será isto que queremos para o nosso país e para os nossos filhos? Um mar de cinzas naquele que já foi uma jardim à beira-mar plantado? É esta a imagem que se quer vender como país de destino turístico?

Apesar de já ter escrito sobre este tema em Março, Incêndios fazem já títulos e aberturas de jornais, volto ao tema depois de vários dias, como diz no blog planear: “ter chovido cinzas” e ao acordar, ter a imagem de um pós nuclear, o ar tornou-se irrespirável e o dia quase virou noite. E depois de uma deslocação ao Sul onde fiquei retido no IC1/A29 durante mais de uma hora porque um incêndio devastava a mancha florestal entre o nó de Cortegaça e Maceda, este já dias antes por lá tinha andado e tornou o dia mais curto em Gaia.

Esta deslocação ao Sul do país reteve na minha mente uma imagem de caos e destruição. Sim e uso estes termos consciente do que digo, porque com todos estes incêndios são vários os ecossistemas que são destruídos pondo em desequilibro algo maior, são várias as espécies de fauna e flora que vão desaparecendo, algumas delas talvez para sempre, isto porquê? Pela falta de Ordenamento do Território? Ou por ganância de alguns? Ou outros que com arte e engenho ateiam o fogo e depois são dados como doidos? Ou o mau funcionamento dos planos de emergência que são accionados tardiamente?

Mais uma vez perguntas sem resposta e muitas mais se podem fazer.

Mas o que realmente mais me intriga é que nestes últimos quatro anos, anualmente se fala das causas, de problemas, apontam-se soluções, mas, observa-se que de ano para ano aumentam as áreas queimadas, embora por outro lado a época de incêndios também é alargada. Sei que este ano tem sido um ano de excepção pois as condições climatéricas tem sido adversas, por isso mesmo a prevenção deveria ter sido maior, mas sobre isso já falei.

Quero lançar aqui o desafio para que se altere a legislação da possibilidade de alteração do uso do solo para áreas florestais ardidas ao fim de 10 anos, pois ao analisar a sobreposição das áreas ardidas com os municípios que tem os PDM’s em revisão, estes, são na sua maioria coincidentes. Atendendo ao facto de que ao fim de 10 anos é possível a alteração de uso do solo, e este é o tempo de duração de um PDM ou em alguns casos da elaboração do mesmo. O que permite em muitos casos a beneficiação de algumas pessoas, deixo aqui o desafio para que se faça como em Espanha e altere para 20 anos o prazo de uma possível alteração ao uso de solo florestal queimado. Possibilitando assim o estudo adequado das áreas ardidas e criando orientações para a sua valorização, definindo quais as actividades que se podem exercer, ou melhor ainda ordenando a floresta de forma racional e definindo quais as actividades compatíveis, sem deixar margens para as possíveis especulações.

No último trabalho em que estive a colaborar foi possível verificar o enorme potencial de investimento que existe na área ambiental, desde a prevenção à gestão dos recursos, por isso importa mostrar alguns dos projectos que se tem desenvolvido nestas áreas para que possam servir de exemplo. Caso contrário, um dia os nossos filhos para além das florestas de betão, terão poucos espaços arborizados, porque alguém deixou arder.

Dacostt

 

A utilização das imagens no artigo foi propositada, esta é a floresta que deveremos ter, fotos da Serra do Arestal em Sever do Vouga e do Mesio nos Arcos de Valdevez  

Publicado por Dacostt em 22:36:42 | Permalink | Comentários (8)

Segunda-feira, Junho 20, 2005

Olho de Águia

Como tinha comentado no post O voo de pássaro de Pacheco Pereira, a forma de pensar as cidades e vilas começa a mudar (embora que lentamente reconheço). Temos exemplos muito bons de reabilitação de vilas e centros históricos. Foi o que pude constatar no último fim-de-semana prolongado, tendo aproveitado para refrescar as ideias, em conjunto com um grupo de amigos percorri alguns dos concelhos do distrito da Guarda, ver imagem.

Depois de passado Celorico da Beira, a primeira paragem foi, Trancoso, terra da sardinha doce. Facilmente se verifica que tem sofrido algum tipo de intervenção a preservação do edificado e o tratamento do seu centro é evidente, embora existam ainda alguns casos que chocam com o resto, o próprio castelo podia estar muito melhor.

A paragem seguinte foi em Marialva, pena o castelo estar fechado e ainda por cima no horário em que a entrada era gratuita, (deve ser por coincidir com o horário de almoço). A envolvente ao castelo está muito bem tratada, mais é um exemplo de como é possível conciliar diferentes tipos de materiais na reconstrução, mesmo nas ditas “sizadas”. O centro do aglomerado mais próximo pode ser valorizado dando continuidade a este trabalho, devem é travar alguns dos edifícios que entram em ruptura total com o edificado mais antigo. Fica aqui a lembrança de que devem cumprir os horários afixados.

Ainda sem almoçar e já com algumas reclamações seguiu-se caminho rumo a Numão, Foz-Côa, caminho que se prolongou durante quilómetros porque a indicação do desvio para Numão estava coberta por vegetação, dado pelo erro e com o estômago a reclamar, chegamos ao castelo de Numão, tendo passado pelo desertificado centro, de salientar que eram já três da tarde, (tinha razão quem reclamava por almoço), estavam 30ºC. Após paragem técnica seguimos até ao centro de Foz-Côa, na tentativa de encontrar algo para almoçar.

Faço aqui uma ressalva, mas este foi o concelho que mais me desapontou, sem querer ferir susceptibilidades, mas se quer ser um concelho turístico, têm muito para aprender. Com conhecimento prévio de que as visitas às gravuras estavam lotadas, tentou-se de forma vã ver se existiam desistências, mas nada.

Rumo ao pocinho, para ver a barragem e aquilo que parece ter sido um ponto importante de movimento para a região, toda a envolvente ao caminho-de-ferro e à estação é quase um sítio fantasma.

 

O melhor do dia estava para vir, depois de passar por Pinhel e já rumo a Figueira de Castelo Rodrigo, onde para além de um excelente jantar e companhia amiga, estava um dos sítios que mais me fascinou durante estes três dias, Castelo Rodrigo, não só pela localização mas pelo excelente trabalho que tem sido feito na recuperação de todo um património construído. A forma como conciliou a intervenção com o comércio, a recuperação das fachadas e dos interiores, o tratamento dos espaços públicos, a amabilidade das pessoas. Pena que ainda nem todos os proprietários tenham aderido ao programa de recuperação, mas pelo que já está feito vale a pena, e assim se vê como se pode ter qualidade de vida sem ser nos grandes centros urbanos.

 

No segundo dia rumamos Ciudad Rodrigo, confesso que apesar do bom tratamento urbanístico, dentro das muralhas, e todo um conjunto de conceitos teóricos de desenho urbano que se podem lá encontrar, ficou aquém das expectativas.

Por seu lado já Salamanca superou de longe o que eu imaginava, prova que o investimento feito para a capital europeia da cultura valeu a pena. A estruturação a cidade, sendo possível conciliar o tráfego de atravessamento com o local, o tráfego automóvel com o pedonal. São visíveis os eixos de ligação entre os diferentes monumentos, a vivacidade da Plaza Mayor é a mostra de como uma cidade pode ser moderna e cosmopolita, respeitando um conjunto de regras básicas de como construir cidades.

Já em Pinhel, visitamos a parte histórica do concelho, fiquei com pena, pois tem algum interesse mas o grau de compromisso é já muito grande, a cidade entrou em ruptura com a sua génese, embora seja ainda possível fazer alguma coisa.

Almeida, perto da uma da manhã, gostei imenso do que vi e tinha de voltar durante o dia. A forma do castelo, a malha orgânica existente, o valor do conjunto do edificado, o trabalho feito. Sem dúvida que de dia tem outro encanto, espero que continue o trabalho de preservação e recuperação deste centro.

Rumo já a Sabugal, apreciando o valor paisagístico e a sua diversidade em tão poucos quilómetros, no centro vimos que o castelo foi alvo de uma grande intervenção, pena foi que estava fechado a visitas, uma vez que ainda não foi totalmente acabada a intervenção. Mas felizmente alguém que andava por lá em visita e também queria visitar o castelo, tinha o número do Sr. presidente da câmara e arranjou maneira de visitar o castelo. Lá se abriu um excepcional favor, a todos os demais que queriam ver o castelo e assim foi possível ver uma excelente recuperação de um monumento, que vale a pena visitar. A envolvente ao castelo tem já exemplos muito interessantes de reabilitação de edifícios e tratamento dos espaços públicos, mas o que mais me fascinou nesta viagem a par de Castelo Rodrigo, foi Sortelha, um expoente de recuperação de aldeias e edificado de tratamento de espaços públicos, pena que a envolvente tenha já alguma promiscuidade, mas está ainda a tempo de ser parada em benefício de algo maior.

 

 

Em Belmonte, tivemos tempo de ver o castelo e a judiaria, rumando depois a casa pelo penoso percurso das obras do IP5.

Depois de ter feito este percurso, e apesar de nem tudo serem rosas, penso que se deve felicitar todos os responsáveis por estes tipos de intervenção, não só os técnicos mas também os políticos, pois sei que em alguns casos nem sempre é fácil levar a bom porto estas intervenções por dificuldades várias, mas são essas adversidades que no fim sabem melhor quando se vê o trabalho reconhecido. Deixo desta forma o reconhecimento do bom trabalho que vi e espero que sirva para que outros aprendam com a experiência de quem fez bem e começa a ver resultados. E acima de tudo que na maioria dos casos é possível conciliar as géneses dos locais com as intervenções mais actuais sem que estas entrem em choque ou ruptura.

Dacostt

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Terça-feira, Maio 31, 2005

Episódios da história do urbanismo

Oitenta por cento dos cidadãos europeus vivem em zonas urbanas, que se estendem por territórios cada vez mais vastos. Este é um artigo escrito por  Nuno Quental, Escola Superior de Biotecnologia, penso que vale a pena ler e reflectir, pois faz um relato histórico da evolução do Urbanismo e aborda questões muito actuais.

Dacostt   

Publicado por Dacostt em 09:34:16 | Permalink | Sem Comentários »

Terça-feira, Maio 10, 2005

Avaliação de Impacte Ambiental – Relevância na Política de Ambiente e do Ordenamento do Território

Numa altura em que muitos projectos estão a ser contestados, ou mesmo parados, por falta de Estudo de Impacto Ambiental (EIA), deixo aqui uma ligação a um artigo de Rita Teixeira d’Azevedo, no site da Naturlink, que fala das Avaliações de Impacte Ambiental (AIA) e da sua importância, bem como o seu processo.

Um bom artigo para quem tanto ouve falar neste tema, mas desconhece a ferramenta, o porquê da sua existência, ou o seu funcionamento, podendo esclarecer algumas dúvidas acerca da sua importância.

Dacostt  

 

Publicado por Dacostt em 09:33:18 | Permalink | Sem Comentários »

Sábado, Abril 30, 2005

O voo de pássaro de Pacheco Pereira

Apesar de nem sempre estar de acordo com muito do que escreve ou diz Pacheco Pereira, concordo com o que escreve no artigo do Publico do dia 28 e partilho da mesma opinião, embora pense que o panorama começa a mudar, felizmente existem já alguns bons exemplos de conservação, recuperação de vilas e cidades, assim como a emerge uma preocupação com a qualidade do urbanismo que se pratica. Sendo ainda um princípio e os casos  são raros, mas devem ser estes exemplos a mostrar e divulgar como exemplos de boas práticas.

Entendo que seja complicado quebrar com alguns compadrios existentes em algumas Câmaras ou em outras instituições e que as culpas nem sempre se devem aos técnicos que lá estão, ou mesmo do modelo de financiamento da administração local. Mas somente se forem divulgados bons exemplos de “construir” a cidade é que a população irá criar uma consciência do que é uma cidade com qualidade de vida e assim reivindicar para as suas cidades ou vilas o mesmo, cria-se assim massa critica que irá fazer pressão sobre os governantes, e quando se assistir aos erros habituais serão os primeiros a estar lá para os apontar.

O cidadão tem o dever/direito de participar na construção das cidades e este é um princípio do qual se tem alheado nos últimos tempos, já lá vai o tempo das tertúlias nos cafés para debater o estado, bem como os problemas da sociedade em geral, que se tornavam depois em intervenções activas. Importa devolver o papel de socialização das cidades, do espírito das unidades de vizinhança, para isso políticos e técnicos, tem de pôr de lado a política do betão e preocuparem-se em recuperar a vivacidade das cidades, devolvendo-as aos cidadãos, para que desta forma seja possível voltar a dar alma às cidades e que a vivência das mesmas por parte dos cidadãos seja plena, cumprindo assim o seu papel de socialização. Como as cidades serão sempre a construção de vários momentos, está na altura de deixar o nosso legado às gerações futuras.

Dacostt   

 

Publicado por Dacostt em 13:09:47 | Permalink | Comentários (3)